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segunda-feira, 21 de junho de 2010

Muros pichados pedem para Riquelme ficar no Boca Juniors


Os dirigentes de Flamengo e Cruzeiro ganharam um inimigo indigesto na briga por Riquelme: os torcedores do Boca Juniors. Neste fim de semana, os muros do Centro de Treinamento foram pichados com frases de repúdio à saída do camisa 10, assim como de uma possível perda do atacante Palermo.

"Martín, Román, um sentimento só: renovação já!" e "Respeito aos históricos e ídolos do nosso clube" foram duas das frases escritas com spray em uma das paredes da Casa Amarela, como é conhecido o local onde treina diariamente a equipe profissional do clube xeneize.

Os autores não foram identificados. Também não se sabe se a(s) pessoa(s) pertence(m) ao quadro de sócios do Boca Juniors ou da torcida organizada mais popular e perigosa, a La Doce. Segundo a imprensa argentina, o recado dos torcedores deve influenciar bastante na decisão dos membros do Conselho Deliberativo, que foram convocados para decidir sobre a aceitação dos termos e valores pedidos por Riquelme e Palermo.

Os interesses de Flamengo e Cruzeiro na contratação do meia parecem não preocupar o presidente do Boca Juniors (ARG). Para Jorge Amor Ameal, as ofertas dos gigantes brasileiros, assim como de outros clubes estrangeiros, não causam a mínima preocupação. Recentemente, ele chegou a ironizar:

- Não me preocupam nenhum um pouco essas ofertas, tanto por Román quanto por Palermo. Tenho uma ótima relação e diálogo com seus representantes e a nossa decisão é em cima da renovação. Além disso, estamos avançando as negociações, inclusive com Bataglia (volante). As coisas vão bem. No início é duro, como sempre. Mas, depois, a tendência é sempre de melhora nas conversas e nos termos - afirmou o mandatário.

Apesar da soberba de Juan Ameal, a distância entre o que desejam Riquelme e Palermo e o que oferece o clube mais popular da Argentina é grande, tanto em termos financeiros quanto no período do próximo vínculo. O meia, por exemplo, deseja um contrato de quatro anos, enquanto a direção do Boca oferece apenas 18 meses.

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